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A gestão de frotas no transporte pesado raramente falha por falta de esforço. O problema costuma estar na forma como decisões são tomadas de maneira fragmentada. Frete, diesel e manutenção são tratados como variáveis independentes, quando na prática formam um sistema interligado que define a rentabilidade da operação. Quando essa conexão não é compreendida, o gestor reage a sintomas isolados. Ajusta o frete para compensar o diesel, posterga manutenção para aliviar o caixa ou aceita margens menores sem entender onde está o desequilíbrio. No médio prazo, esse tipo de decisão cobra um preço alto. Frete como ponto de equilíbrio da operação O frete é o elemento mais visível da equação. É nele que o mercado costuma concentrar a discussão, seja por reajustes, pisos ou negociação com embarcadores. No entanto, o frete só cumpre seu papel quando reflete a realidade dos custos operacionais do transporte. Quando o valor praticado não acompanha variações de diesel e manutenção, a margem se deteriora silenciosamente. A operação continua rodando, mas perde capacidade de investimento, previsibilidade financeira e, em alguns casos, sustentabilidade. A gestão de frotas de transporte pesado exige que o frete seja analisado como resultado de custo, não apenas como preço de mercado. +News

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